

Você já teve a sensação de estar mentalmente cansado mesmo sem ter feito esforço físico? Ou percebeu que o foco diminuiu, a memória anda falhando ou que pensar exige mais energia do que antes? Isso tem tudo a ver com a função cognitiva e muitas vezes com a forma como o cérebro está sendo nutrido.
O cérebro é um órgão extremamente ativo e exigente. Quando ele não recebe os nutrientes certos, os sinais aparecem rápido. A boa notícia é que ajustes na alimentação e o uso consciente de suplementos podem fazer diferença real no dia a dia.
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Função cognitiva é o conjunto de habilidades mentais responsáveis por processar informações, interpretar estímulos e responder ao ambiente. Entre elas, destacam-se a memória, a atenção, a concentração, a linguagem, o raciocínio lógico e a capacidade de aprendizado.
Em outras palavras, quando a função cognitiva está preservada, o cérebro consegue operar de forma mais eficiente. Por outro lado, quando há déficits, muitas vezes relacionados a estresse, envelhecimento ou deficiências nutricionais, surgem sintomas como esquecimento frequente, dificuldade de concentração e fadiga mental.
Embora represente cerca de 2% do peso corporal total, o cérebro é responsável por consumir aproximadamente 20% a 25% da glicose e do oxigênio disponíveis no organismo em repouso.
Esse elevado custo metabólico se deve ao fato de que os neurônios permanecem eletricamente ativos de forma contínua, mesmo na ausência de tarefas cognitivas complexas.
Diferentemente de outros tecidos, o tecido nervoso não possui reservas energéticas significativas, por isso, depende de um fornecimento constante e imediato de substratos metabólicos. A principal fonte de energia cerebral é a glicose, que atravessa a barreira hematoencefálica por meio de transportadores específicos.
Embora a glicose seja o principal combustível cerebral em condições fisiológicas, o cérebro também depende de diversos micronutrientes para que as vias metabólicas ocorram de forma adequada. As vitaminas do complexo B ajudam o cérebro a transformar alimento em energia para funcionar bem. O magnésio contribui para que as células nervosas se comuniquem de forma equilibrada, favorecendo foco e clareza mental. O ferro é essencial para levar oxigênio ao cérebro, evitando cansaço e lentidão. A colina auxilia na produção de substâncias importantes para memória e aprendizado. Já o DHA, presente no ômega 3, faz parte da estrutura das células cerebrais e ajuda a manter a comunicação entre os neurônios mais eficiente.
Nos últimos anos, a psiquiatria nutricional tem mostrado que a alimentação influencia não apenas a cognição, mas também o humor, a motivação e o equilíbrio emocional. Isso acontece porque o cérebro não funciona de forma isolada, mas está em comunicação constante com o intestino por meio do chamado eixo intestino-cérebro.
O intestino é considerado um dos maiores centros de captação de estímulos do organismo. Além disso, ele possui milhões de neurônios (o chamado sistema nervoso entérico) e abriga trilhões de microrganismos que compõem a microbiota intestinal. Essa microbiota participa da produção de substâncias importantes para o cérebro, incluindo neurotransmissores como serotonina, dopamina e GABA, bem como modular processos inflamatórios e imunológicos.
Quando a alimentação é pobre em fibras, vitaminas, minerais e gorduras boas, pode ocorrer desequilíbrio da microbiota e aumento de inflamação sistêmica. Esse estado inflamatório pode afetar o funcionamento cerebral, influenciando humor, energia mental e capacidade de concentração.
Além disso, deficiências de nutrientes essenciais podem comprometer a produção de neurotransmissores e a eficiência energética do cérebro, contribuindo para sintomas como ansiedade, apatia, irritabilidade e dificuldade de foco.
Portanto, cuidar da nutrição não é apenas uma estratégia para melhorar desempenho cognitivo, mas também uma forma de proteger a saúde mental a partir da base fisiológica do organismo.

O cérebro não depende de um único nutriente milagroso. Na verdade, ele funciona melhor quando recebe um conjunto equilibrado de vitaminas, minerais e gorduras boas, que atuam em conjunto. A seguir, vamos falar dos principais.
As vitaminas do complexo B participam da produção de energia e dos neurotransmissores, que permitem a comunicação entre os neurônios.
Quando essas vitaminas estão em baixa, é comum sentir cansaço mental, dificuldade de concentração e lapsos de memória. Manter bons níveis de B6, B9 e B12 é essencial para quem quer preservar a função cognitiva ao longo do tempo.
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O magnésio atua diretamente no sistema nervoso e ajuda a regular o estresse, algo que impacta fortemente o foco e a clareza mental.
Quando há deficiência, podem surgir sintomas como irritabilidade, mente acelerada, dificuldade de concentração e sensação de esgotamento mental. Garantir uma ingestão adequada de magnésio ajuda o cérebro a funcionar de forma mais equilibrada.
A colina é essencial para a produção da acetilcolina, um neurotransmissor ligado à memória e ao aprendizado. Sem ela, a comunicação entre os neurônios fica prejudicada.
Em períodos de maior exigência mental, como trabalho intenso ou estudos, a demanda por colina pode aumentar. Por isso, ela é considerada um nutriente-chave para quem busca melhor desempenho cognitivo.
O ômega 3 é um tipo de gordura essencial que o corpo não produz sozinho e que desempenha papel fundamental na saúde cerebral. Dentro do grupo do ômega 3, existem diferentes tipos, sendo os mais importantes para o cérebro o DHA (ácido docosa-hexaenoico) e o EPA (ácido eicosapentaenoico).
O DHA é o principal ômega 3 presente no cérebro. Ele faz parte da estrutura das membranas das células nervosas, ajudando a manter sua flexibilidade e eficiência. Essa característica facilita a comunicação entre os neurônios, favorecendo memória, aprendizado e agilidade mental.
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Nos últimos anos, aumentou a procura por suplementos voltados para foco, memória e desempenho mental, principalmente em contextos de estresse e alta demanda cognitiva.
Embora não substituam hábitos saudáveis como boa alimentação, sono e atividade física, determinados nutrientes podem contribuir para o funcionamento cerebral quando há carências ou sobrecarga mental. De modo geral, fórmulas que reúnem diferentes compostos tendem a oferecer um suporte mais amplo, ajudando a sustentar energia mental, concentração e saúde cognitiva ao longo do tempo. Confira a seguir algum desses compostos para a saúde cerebral:
O Suplemento Para a Saúde Cerebral é um exemplo de suplemento focado em apoiar a função cognitiva.
Ele é composto por metilcobalamina, ginseng Panax e magnésio treonato.
A metilcobalamina é a forma ativa da vitamina B12 e contribui para o funcionamento do sistema nervoso e para a produção de neurotransmissores. Além disso, o ginseng Panax é tradicionalmente utilizado para auxiliar na melhora do foco, da disposição mental e na resistência ao estresse, por sua vez, o magnésio treonato é uma forma de magnésio associada ao suporte da memória e da função cognitiva, por sua capacidade de atuar diretamente no sistema nervoso central.
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O Composto Mental contém bitartarato de colina, L-acetil carnitina, L-glutamina, DMAE bitartarato, GABA, piracetam, vimpocetina, zinco e rhodiola rósea.
A colina é precursora da acetilcolina, neurotransmissor essencial para memória e aprendizado. A L-acetil carnitina participa do metabolismo energético cerebral. Além disso, o GABA está relacionado ao equilíbrio do sistema nervoso e à modulação da ansiedade, por sua vez, os demais componentes complementam a fórmula oferecendo suporte metabólico e nutricional ao funcionamento cerebral.
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SOCIEDADE BRASILEIRA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO. Funções das vitaminas do complexo B. São Paulo: NutriTotal Pro, 2019. Disponível em: https://nutritotal.com.br/pro/wp-content/uploads/2019/03/Funções_vitaminas_complexo-B.pdf
Ômega 3. Florien Fitoterapia.
Magnésio. Purifarma.
Colina. Infinity Pharma.
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